sexta-feira, 30 de dezembro de 2011
sexta-feira, 23 de dezembro de 2011
quarta-feira, 14 de dezembro de 2011
Eu, outra vez!
É verdade?
Deve ser!
Isto tudo que escrevo será que sinto?
Será?
Também pode não ser....
Onde anda a verdade?
Quês, porquês...
Urge acreditar, duvidar é negativo!
E depois que importa?
Eu sou o que quero, sinto o que quero, finjo o que quero!
Uma e outra, e outra vez...
Goste-se ou não é verdade!
Onde anda pois a verdade?
Será no que escrevo? No que sinto? ou no que finjo?
Tola que sou!
Ora pois e quem se importa?
Ps- Qualquer coisa da minha autoria pois.......
Deve ser!
Isto tudo que escrevo será que sinto?
Será?
Também pode não ser....
Onde anda a verdade?
Quês, porquês...
Urge acreditar, duvidar é negativo!
E depois que importa?
Eu sou o que quero, sinto o que quero, finjo o que quero!
Uma e outra, e outra vez...
Goste-se ou não é verdade!
Onde anda pois a verdade?
Será no que escrevo? No que sinto? ou no que finjo?
Tola que sou!
Ora pois e quem se importa?
Ps- Qualquer coisa da minha autoria pois.......
Eu
Eu sou pássaro, flor energia
Sou cor, sol, imensidão
Sou mar, lago, baia
Sou sangue sou paixão
Sou alegria, riso magia
Sou carne e coração
Sou dor e agonia
Arrependimento e perdão
Sou música sou instrumento
A minha voz é do vento
Sou musa encantada
Sou mulher enamorada
Sou orgulhosa, sou teimosa
Sou meiga e amorosa
Sou mulher, sou livre
Sou um corpo que vive
Nas profundezas
Nas redondezas
Em qualquer lugar
Onde se saiba amar
Vivo no teu coração
No teu pensamento
Vivo na ilusão
Na eternidade e no momento
Sou doce e amarga
Sou forte e fraca
Sou tudo e nada
Sou mulher.....
Poema da minha autoria em honra da minha amiga Orquídea!
terça-feira, 29 de novembro de 2011
Amor Digital
Hoje já não se comunica, contacta-se. E o contacto virtual e digital através de todos os aparelhos portáteis que temos ao nosso alcance, não é nunca a forma certa de estar com o outro, não é a mais certa, mas a mais fácil e curta certamente. A escrita é uma espécie de morse, um labirinto de linguagem teen, infinitamente mais rápida de debitar. Mas, tenho pena. Pena, por ter de acelerar a minha capacidade de resposta na ponta do dedo. Pena, por não poder saborear devagar cada letra.
É giro, infinitamente giro, como infinitamente mortal porque como qualquer outra droga, vicia, desarma e evita que as pessoas se olhem, se saboreiem com o olhar, se deliciem no prazer dos gestos, na forma a informar a forma... O dedo leva-nos a conta gotas até ao outro, um conta gotas rápido demais, uma espécie de soro que entra de repente e nos cria a fantasia de sermos donos do mundo.
É giro, infinitamente giro, como infinitamente mortal porque como qualquer outra droga, vicia, desarma e evita que as pessoas se olhem, se saboreiem com o olhar, se deliciem no prazer dos gestos, na forma a informar a forma... O dedo leva-nos a conta gotas até ao outro, um conta gotas rápido demais, uma espécie de soro que entra de repente e nos cria a fantasia de sermos donos do mundo.
Mentira é mentira. Ninguém ama alguém tipo ET ao toque do dedo no alfabeto, ninguém contrói amizades, inventa relações, governa a vida se não for à moda antiga, cumprindo etapas, marcando encontros, pensando a dois, saboreando uma santola e umas amêijoas numa saudável tagarelice ao fim da praia. Ou tocando. Não no inventor de sonhos, mas na mão do outro. Há lá alguma coisa que se compare ao olhar do outro? Comunicar não é tão complicado como parece nem tão simples assim. Tem-se medo de comunicar, tem-se medo desse encanto e deste veneno, absorvemo-nos nas mil e uma formas que podemos dar às letras. Tornamo-nos poetas e músicos, mágicos e malabaristas de letras pessoais e intransmissíveis na nossa versão de circo encantado e o pior é que as tomamos como suficientes para aproximar, para estar perto, para tornar ainda mais saudosas as saudades. Gostamos das palavras, da sua doçura velada, que estamos longe de perceber como são finitas quando se confinam só a ser palavras fechadas em cofres digitais. Apaixonam, redimem, sobram, faltam mas não são nossas, são iguais ás do outro, estranhamente iguais. O que as distingue são as emoções que em nós se fazem, o que as distingue é a nossa capacidade de pegar nelas, descer as ruas a pino, encontrar a tal esquina prometida e fazer delas, das suas metáforas, das cores, das imagens, «pessoas crescidas» que andam e falam e têm vida própria.
Eu gosto delas, das palavras, do seu vazio luminoso, aquecem-me e levam-me para perto de quem gosto. Mas a formula - I miss you. I love you. I call you- não é desculpa para tudo. Só por si vale pouco, como as batatas sem bife, dão sabor apimentam, agigantam a vontade, compõem um prato, mas só por si, valha-me Deus! E o bife? É a bife que nos movemos, sem bife que se lixem as batatas! Gosto muito mais do amor à antiga que deste « a la carte» que ainda por cima agudiza as saudades e mata a coragem de matar as saudades de viva voz. Dantes as cartas a tinta permanente, em dobras macias e eternas demoravam o tempo todo do sol e da lua a cumprir-se, mas guardavam-se no cantinho do coração e não havia delete que as arrumasse na poeira do tempo. Tenho pena que este prazer digital asfixie o sabor da pele, a luz macia da voz, os gestos do olhar, premiando olimpicamente a pressa do tempo numa espécie de pombo-correio em voo picado telecomandado por nós, eternos fabricantes de sonhos.
- Não era minha intenção dissertar aqui acerca do Amor, mas embora concorde com a autora deste texto, o que eu queria mesmo era ressaltar que adoro ler mulheres inteligentes como é o caso deste livrinho delicioso "Palavra de Mulher " da Maria João Lopo de Carvalho.
Eu gosto delas, das palavras, do seu vazio luminoso, aquecem-me e levam-me para perto de quem gosto. Mas a formula - I miss you. I love you. I call you- não é desculpa para tudo. Só por si vale pouco, como as batatas sem bife, dão sabor apimentam, agigantam a vontade, compõem um prato, mas só por si, valha-me Deus! E o bife? É a bife que nos movemos, sem bife que se lixem as batatas! Gosto muito mais do amor à antiga que deste « a la carte» que ainda por cima agudiza as saudades e mata a coragem de matar as saudades de viva voz. Dantes as cartas a tinta permanente, em dobras macias e eternas demoravam o tempo todo do sol e da lua a cumprir-se, mas guardavam-se no cantinho do coração e não havia delete que as arrumasse na poeira do tempo. Tenho pena que este prazer digital asfixie o sabor da pele, a luz macia da voz, os gestos do olhar, premiando olimpicamente a pressa do tempo numa espécie de pombo-correio em voo picado telecomandado por nós, eternos fabricantes de sonhos.
- Não era minha intenção dissertar aqui acerca do Amor, mas embora concorde com a autora deste texto, o que eu queria mesmo era ressaltar que adoro ler mulheres inteligentes como é o caso deste livrinho delicioso "Palavra de Mulher " da Maria João Lopo de Carvalho.
quarta-feira, 12 de outubro de 2011
De férias
Estou de férias uauh..... Passei só para uma visitinha mas, dado que a maioria se encontra ainda de quarentena só me resta dizer;
As melhoras para os infectados!!!! Rssssssssss
As melhoras para os infectados!!!! Rssssssssss
terça-feira, 27 de setembro de 2011
Que coisa.....
Hoje está tudo Contaminado.......rssssssssss
Será que foi alguma medida do Governo? Da Troika? Ou será o bicho da madeira??
Será que foi alguma medida do Governo? Da Troika? Ou será o bicho da madeira??
quinta-feira, 22 de setembro de 2011
Eudaimonia
Estou eudaimoniada
Sinto-me
Feliz, alegre, risonha
animada, empolgada, motivada
satisfeita, abençoada, afortunada
jubilosa, prazeirosa, contente
regozijada, entusiasmada, ditosa!!
I am happy, hereuse, felice, Mutluyum
Ger er glad
ich bin glücklich
Jestem szcze´sliwy
lycklig fôrmiddag I
Há momentos que valem uma vida inteira.
Ps - Eudaimonia, termo grego que expressa um estado de plenitude, satisfação e equilibrio.
Sinto-me
Feliz, alegre, risonha
animada, empolgada, motivada
satisfeita, abençoada, afortunada
jubilosa, prazeirosa, contente
regozijada, entusiasmada, ditosa!!
I am happy, hereuse, felice, Mutluyum
Ger er glad
ich bin glücklich
Jestem szcze´sliwy
lycklig fôrmiddag I
Há momentos que valem uma vida inteira.
Ps - Eudaimonia, termo grego que expressa um estado de plenitude, satisfação e equilibrio.
quarta-feira, 21 de setembro de 2011
De Volta
Até ao lavar dos cestos é Vindima dizem cá na minha região!
A minha já acabou, as férias também estão quase acabadas
De volta ao trabalho deixo-vos um cheirinho do Reino Maravilhoso de Torga.
Quem sabe nos vemos por aqui!
A minha já acabou, as férias também estão quase acabadas
De volta ao trabalho deixo-vos um cheirinho do Reino Maravilhoso de Torga.
Quem sabe nos vemos por aqui!
terça-feira, 23 de agosto de 2011
Ó pá porra!!!
É como areia no sapato,
Igual a um cisco no olho.
Parecido com o zumbido de uma mosca
que não se vê,
Com a palmada que
não acerta no mosquito,
Com a vontade de coçar e não chegar lá,
é, pura e simplesmente IRRITANTE!
O 1º milho é dos pardais - diz-se a pessoas impacientes
mas muito sinceramente a minha vontade é mandar aqui o Blogger
dar uma volta ao bilhar grande.
Era suposto isto aqui divertir-me, mas efectivamente está é a mexer-me
com os nervos!!
Não conseguir comentar, responder, comunicar, está a deixar-me sem paciência....
Igual a um cisco no olho.
Parecido com o zumbido de uma mosca
que não se vê,
Com a palmada que
não acerta no mosquito,
Com a vontade de coçar e não chegar lá,
é, pura e simplesmente IRRITANTE!
O 1º milho é dos pardais - diz-se a pessoas impacientes
mas muito sinceramente a minha vontade é mandar aqui o Blogger
dar uma volta ao bilhar grande.
Era suposto isto aqui divertir-me, mas efectivamente está é a mexer-me
com os nervos!!
Não conseguir comentar, responder, comunicar, está a deixar-me sem paciência....
quinta-feira, 11 de agosto de 2011
Bloguisódio
Foi com muita pena minha que constatei hoje que o Blog do Vintenso foi removido!
Como era lá que existia um espaço para anunciar a publicação dos episódios da saga do Gang do Bloguisódio, um projecto que ele abraçou e com o qual colaborou diversas vezes, fica pois a ser aqui bem como no Blog do Ulisses, outro mentor desta Saga que poderão anunciar novos episódios.
Conto convosco!
Como era lá que existia um espaço para anunciar a publicação dos episódios da saga do Gang do Bloguisódio, um projecto que ele abraçou e com o qual colaborou diversas vezes, fica pois a ser aqui bem como no Blog do Ulisses, outro mentor desta Saga que poderão anunciar novos episódios.
Conto convosco!
Bloguisódio 41 - Upgrade
O Inspector Amadeu acordou, olhou para o relógio e viu que eram apenas cinco da manhã. Sabia que se tinha deitado à pouco mais de duas horas por isso voltou a fechar os olhos. Quinze minutos mais tarde caiu num sono leve, durante o qual surgiram e desapareceram sonhos vagos e perturbadores que por fim se desvaneceram quando acordou pelas seis e meia. Levantou-se meio ensonado e com uma forte dor de cabeça e resolveu que um passeio pela Foz lhe faria bem.
Tomou um duche, vestiu umas calças de ganga e uma camisola e bebeu um copo de sumo e um café antes de sair.
O amanhecer naquele dia estava magnifico. O sol brilhava à medida que se elevava no firmamento, embora do mar soprasse uma brisa fresca. Ouvia-se também o glorioso som das ondas a desfazerem-se e o ar estava impregnado do cheiro a sal e vida marinha.
Acendeu um cigarro e perdeu-se em cogitações.
- Enterrado vivo! Que fim mais tenebroso! Não que o tal de Mac Doc não o merecesse mas agora tinham voltado a perder a pista ao Mikael. Só Jonh Forrester concordava com ele mas no seu intimo ele sabia que a tal ruiva de olhos azuis que por momentos apareceu nos monitores era na verdade Mikael, um mestre do disfarce sem dúvida, além de um monstro desprovido de humanidade. E que mensagem queria ele deixar com aquela história dos sinos?
Recordou por momentos aquele velho ditado Irlandês " Deve andar alguém a passear na minha campa", arrepiou-se todo e deitou fora a beata.
Em Itália, na Villa Monterrosa, Dona Francesca tinha mandado servir um chá na esperança de poder acalmar D. Luigi.
-Francesca, Francesca, lamentava-se ele, já viste como o passado nos alcança sempre?
Perante o silêncio da sua irmã mais velha suspirou e recuou no tempo.
-Lembrava-se como se fosse hoje!
O céu sobre Newport, em Rhode Island estava azul claro e enevoado pelo calor da tarde. A agua estava totalmente calma e a ponte encontrava-se perfeitamente espelhada nas águas. Era ali na Marina que ele se permitia ter saudades de casa.
Encontrava-se ali por sugestão da sua irmã Francesca que não aceitava de bom grado a sua opção de enveredar pelo sacerdócio. Entre os dois tinham feito um acordo se, no fim daquele ano quase sabático, a sua vocação se mantivesse ela nunca mais o questionaria e embora não fosse esse o destino que tinha sonhado para o irmão, respeitaria a sua opção de vida.
E foi lá, na marina que ele conheceu Josephine Donnelly, uma bonita e esbelta inglesa de 19 anos.
Cabelos castanhos curtos e ondulados, vestia na altura umas calças largas e uma blusa solta e era dona de uns maravilhosos e expressivos olhos acinzentados, lindos e inconfundíveis, os olhos de Mikael....
- Foi tão duro deixá-la para trás....
- Francesca, Francesca! Desde que recebi aquela carta da Irlanda que não tenho paz.
sexta-feira, 5 de agosto de 2011
Bloguisódio 40 - Greenland
Mac Doc tentou abrir os olhos, mas o esforço foi demasiado. A cabeça doía-lhe muito. Onde estava? O que acontecera? Ergueu a mão; esta deteve-se alguns centímetros acima do corpo, incapaz de subir mais.
Instintivamente empurrou a barreira que tinha acima de si, mas aquela não se mexeu.
O que seria? Era macia ao toque como o cetim, e fria.
Fez deslizar os dedos pelo lado e para baixo; a superfície mudava. Mac Doc sentiu uns folhos. Uma colcha? Estaria nalguma cama?
Empurrou a outra mão para o lado e encolheu-a assim que a palma tocou nos mesmos folhos gelados. Havia-os dos dois lados daquele espaço estreito.
O que estaria a prender-lhe o anel quando mexeu a mão esquerda?
Com o polegar, apalpou o anelar e sentiu-o tocar num cordel. Mas porquê? Como?
Será que tinha entrado na cabine, será que estava em viagem e não se recordava?
A sua mente raciocinava frenética, enquanto tentava reconstruir o que acontecera Ouvira-a a tempo de se virara, ao mesmo tempo que algo lhe batera na cabeça.
Lembrou-se de ver uma ruiva deslumbrante de olhos azuis... Mystique....Sónia ou Camille?
Par onde e com que personagem teria viajado desta vez?
Ainda desorientado e apavorado esforçou-se por compreender. Que raio quereria dizer o cordel?
Depois tudo lhe veio à memória e por momentos os seus olhos refulgiram num alucinado bailado estrábico. Tinha sido enterrado vivo!
Os tocadores de sinos!
Os vitorianos tinham tanto medo de ser enterrados vivos que se tornou tradição atar um cordel aos seus dedos antes do enterro. O cordel saia por um orifício no caixão, subindo até à superficíe da campa.
Um cordel preso a um sino.
Tentou gritar, mas não emitiu um único som. Deu uns puxões no cordel, pôs-se à escuta, esperando ouvir lá em cima o som distante do sino, mas só havia silêncio. Escuridão e silêncio.
Deu uns murros no caixão, porém mesmo no interior o cetim espesso abafava o ruído. Por fim gritou. Gritou até ficar rouco, até não ser capaz de gritar mais.
Puxou a corda ...uma e outra vez. De certeza que estava a tocar. Ele não o ouvia mas alguém iria ouvir. Tinham de ouvir....
Cá fora o vento não se fazia ouvir, o luar cobria tudo. O único movimento era o de um sino de bronze que se agitava de um lado para o outro numa dança de morte não ritmada. O badalo fora-lhe retirado.
Continua...
Estrelas de prata
O que é que te define?
O que é que em ti mais salta à vista?
Que máscara escolheste tu para mostrar ao mundo?
Perguntas? Perguntas? Perguntas?
Tu sabes!
Quando olhas para o espelho está lá,
o que tu não queres ver.
Achas que se não olhares desaparece?
Achas que se não pensares não existe?
Achas que se ignorares não te afecta?
Tens medo, assume!
Medo de encarar,
Medo de mergulhar fundo
Medo de te afogares
Medo de perceberes que afinal és uma fraude
um engano!
- Tens de sobreviver, pois...
- Tens de viver, pois...
Mas com os outros ou contigo?
Será instinto de sobrevivência ou cobardia?
Mas tu vives, tu funcionas, tu produzes, crias, fazes...
E pergunto eu, esse "tu" é Feliz?
Dentro do possível chega-te?
Que é dos sonhos?
Dos desafios?
Das promessas?
Do impossível passivel de acontecer, de realizar de construir, de viver?
- São quimeras, pois!
Mas olha, elas estão lá, continuam lá
as estrelinhas de prata, bem no fundo dos teus olhos.
Sabes, tu sabes, nunca é muito tempo...
O que é que em ti mais salta à vista?
Que máscara escolheste tu para mostrar ao mundo?
Perguntas? Perguntas? Perguntas?
Tu sabes!
Quando olhas para o espelho está lá,
o que tu não queres ver.
Achas que se não olhares desaparece?
Achas que se não pensares não existe?
Achas que se ignorares não te afecta?
Tens medo, assume!
Medo de encarar,
Medo de mergulhar fundo
Medo de te afogares
Medo de perceberes que afinal és uma fraude
um engano!
- Tens de sobreviver, pois...
- Tens de viver, pois...
Mas com os outros ou contigo?
Será instinto de sobrevivência ou cobardia?
Mas tu vives, tu funcionas, tu produzes, crias, fazes...
E pergunto eu, esse "tu" é Feliz?
Dentro do possível chega-te?
Que é dos sonhos?
Dos desafios?
Das promessas?
Do impossível passivel de acontecer, de realizar de construir, de viver?
- São quimeras, pois!
Mas olha, elas estão lá, continuam lá
as estrelinhas de prata, bem no fundo dos teus olhos.
Sabes, tu sabes, nunca é muito tempo...
quinta-feira, 4 de agosto de 2011
Da Partida
| [...] AH, MAS DA VOZ exânime pranteia O coração aflito respondendo: "Se é falsa a idéia, quem me deu a idéia? Se não há nem bondade nem justiça Por que é que anseia o coração na liça Os seus inúteis mitos defendendo? Se é falso crer num deus ou num destino Que saiba o que é o coração humano, Por que há o humano coração e o tino Que tem do bem e o mal? Ah, se é insano Querer justiça, por que na justiça Querer o bem, para que o bem querer? Que maldade, que [...], que injustiça Nos fez pra crer, se não devemos crer? Se o dúbio e incerto mundo, Se a vida transitória Têm noutra parte o íntimo e profundo Sentido, e o quadro último da história, Por que há um mundo transitório e incerto Onde ando por incerteza e transição, Hoje um mal, uma dor, e [...], aberto Um só dorido coração?" [...] Assim, na noite abstrata da Razão, Inutilmente, majestosamente, Dialoga consigo o coração, Fala alto a si mesma a mente; E não há paz nem conclusão, Tudo é como se fora inexistente. Até Sempre Rolando Palma. |
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
De Volta!
Bom dia para quem começou este dia de bem com a vida;)
Pois, reclamar para que?
Já ganhamos o dia de presente para fazer o que bem entendermos e até o que bem não entendermos...
Por isso respira, ri, sorri, chora, comove-te, ama, grita, vibra, reclama, experimenta-te, arrisca-te, zanga-te mas vive...
“Carpe diem” colhe o dia ou aproveita o momento
Porque na vida nada bate o prazer...;)
Pois, reclamar para que?
Já ganhamos o dia de presente para fazer o que bem entendermos e até o que bem não entendermos...
Por isso respira, ri, sorri, chora, comove-te, ama, grita, vibra, reclama, experimenta-te, arrisca-te, zanga-te mas vive...
“Carpe diem” colhe o dia ou aproveita o momento
Porque na vida nada bate o prazer...;)
quinta-feira, 7 de julho de 2011
Cada vez me divirto mais a fazer coisas destas....
Ao princípio não era o Verbo
Era só um estrangeirismo,
a fazer lembrar a música dos já fumega
"Desafio pairando sobre o rio
Pontes, miragens, outras margens"
Não era o verbo mas depressa
passou a conjugar
primeiro a palavra, depois a rima, o riso,
o que provocou reacções;
« Presunção e agua benta cada um toma a que quer...»
e esta tal de
que vos falo só pode é ser Mulher!
Apresenta-se com derivação sufixal
e não se tem dado mal.
Quando tratou de encher a casa foi à procura
na Serra de Sicó.
Pelo caminho encontrou outros viajantes
e foi trocando prosas.
Desde um natural de Tarso que utiliza um prefixo
para designar diversas ciências, até um fotografo encartado
que é fã de pratos condimentados, ou a um outro especialista
em religiões, defensor do bloomsday e apreciador de Tennyson,
tudo tem valido a pena!
Pelo caminho tomou-se de amores por um ser de raça indefinida
que exala uma mistura de óleos essenciais, deliciou-se com a
sensibilidade e o saber de um participante de gincanas e tantos
outros e outras.
Se ao princípio era um estrangeirismo, idiotismo ou anglicismo,
agora é mais como reza aquela música ;
"Você não vale nada mas eu gosto de você!
Você não vale nada mas eu gosto de você! "
E continua idiota essa é que é essa!!
Vá Itte Kimasu
Sayonara
Era só um estrangeirismo,
a fazer lembrar a música dos já fumega
"Desafio pairando sobre o rio
Pontes, miragens, outras margens"
Não era o verbo mas depressa
passou a conjugar
primeiro a palavra, depois a rima, o riso,
o que provocou reacções;
« Presunção e agua benta cada um toma a que quer...»
e esta tal de
que vos falo só pode é ser Mulher!
Apresenta-se com derivação sufixal
e não se tem dado mal.
Quando tratou de encher a casa foi à procura
na Serra de Sicó.
Pelo caminho encontrou outros viajantes
e foi trocando prosas.
Desde um natural de Tarso que utiliza um prefixo
para designar diversas ciências, até um fotografo encartado
que é fã de pratos condimentados, ou a um outro especialista
em religiões, defensor do bloomsday e apreciador de Tennyson,
tudo tem valido a pena!
Pelo caminho tomou-se de amores por um ser de raça indefinida
que exala uma mistura de óleos essenciais, deliciou-se com a
sensibilidade e o saber de um participante de gincanas e tantos
outros e outras.
Se ao princípio era um estrangeirismo, idiotismo ou anglicismo,
agora é mais como reza aquela música ;
"Você não vale nada mas eu gosto de você!
Você não vale nada mas eu gosto de você! "
E continua idiota essa é que é essa!!
Vá Itte Kimasu
Sayonara
quarta-feira, 6 de julho de 2011
Às vezes divirto-me a fazer coisas destas!
Desculpa lá Ulisses por te plagiar o título....
É feio como a noite!
Usa umas barbas de grego
e vive num reino do faz de conta.
Admirador do modernismo poético, do
espiríto odisseico não será contudo obcecado por datas
mas sei que ama a música.
Carrega um humor esdrúxulo e um grande poder de síntese
junto com um enorme saber e um olhar abrangente.
Urde tramas, cria enredos, viaja através dos tempos
criando histórias dentro de histórias.
Leva-nos á boleia numa mistura de estilos muito própria!
Irrequieto, é dono de uma mente curiosa.
Seja Mito, herói ou anti Cristo, é sem sombra de dúvida interessante.
Sensível no âmago, não o revela contudo.
Entre piadas, músicas e verdadeiras opiniões lá se vai desnudando
Sabe e assume-se um adepto do pecado capital.
Adivinhem......
É feio como a noite!
Usa umas barbas de grego
e vive num reino do faz de conta.
Admirador do modernismo poético, do
espiríto odisseico não será contudo obcecado por datas
mas sei que ama a música.
Carrega um humor esdrúxulo e um grande poder de síntese
junto com um enorme saber e um olhar abrangente.
Urde tramas, cria enredos, viaja através dos tempos
criando histórias dentro de histórias.
Leva-nos á boleia numa mistura de estilos muito própria!
Irrequieto, é dono de uma mente curiosa.
Seja Mito, herói ou anti Cristo, é sem sombra de dúvida interessante.
Sensível no âmago, não o revela contudo.
Entre piadas, músicas e verdadeiras opiniões lá se vai desnudando
Sabe e assume-se um adepto do pecado capital.
Adivinhem......
terça-feira, 5 de julho de 2011
Quase lá
O sorriso espalha-se
em antecipação.
a pele arrepia-se
num gozo ansiado,
recorrentemente
experienciado
que no entanto
nunca sacia...
Está-me na pele
é comportamental
quiçá genético!
Uma relação a três
um reencontro
onde os sentidos
se expandem,
se fundem.
Sentimento de pertença
onde o corpo goza
e a alma voa.
Misto de espiritual
e carnal
é uma relação a três
perfeitamente normal,
usual,
casual,
mas que me preenche,
me enche de energia,
e transforma os dias
em pura magia!
Quase lá, - eu a areia e o mar!
em antecipação.
a pele arrepia-se
num gozo ansiado,
recorrentemente
experienciado
que no entanto
nunca sacia...
Está-me na pele
é comportamental
quiçá genético!
Uma relação a três
um reencontro
onde os sentidos
se expandem,
se fundem.
Sentimento de pertença
onde o corpo goza
e a alma voa.
Misto de espiritual
e carnal
é uma relação a três
perfeitamente normal,
usual,
casual,
mas que me preenche,
me enche de energia,
e transforma os dias
em pura magia!
Quase lá, - eu a areia e o mar!
sábado, 25 de junho de 2011
E porque sim!
Não gosto do blogguer!
Limita-me a liberdade quando não me permite comentar quem eu quero, não fomenta um convívio alargado porque nunca sei quem me responde, o que por vezes me faz deixar passar coisas mais ou menos importantes além de que me obriga a puxar do inglês o que só por si não será mau!
Sou tagarela, gosto de brincar e sou apologista das pausas no trabalho para descontrair. Aqui é difícil fazer isto rapidamente, logo as pausas correm o risco de em vez de me descontraírem, me stressarem.
Tenho a mania de nunca recusar um desafio, mas desconhecia que este espaço aqui sofre de insuficiência imunológica "está sempre com o chilique"...
E vocês com isso não é? Pois!
Bom Fim de Semana
Limita-me a liberdade quando não me permite comentar quem eu quero, não fomenta um convívio alargado porque nunca sei quem me responde, o que por vezes me faz deixar passar coisas mais ou menos importantes além de que me obriga a puxar do inglês o que só por si não será mau!
Sou tagarela, gosto de brincar e sou apologista das pausas no trabalho para descontrair. Aqui é difícil fazer isto rapidamente, logo as pausas correm o risco de em vez de me descontraírem, me stressarem.
Tenho a mania de nunca recusar um desafio, mas desconhecia que este espaço aqui sofre de insuficiência imunológica "está sempre com o chilique"...
E vocês com isso não é? Pois!
Bom Fim de Semana
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